quarta-feira, 29 de outubro de 2025

Botafogo 2 x 2 Santos (26/10) - Parte 2

 

Já na Rua Doutor Padilha, a caminho da bilheteria da leste, eis que me encontro com meu amigo (de longa data), Celso Luiz: é óbvio que parei para cumprimenta - lo. Mais adiante estavam meus primos. Fomos até o bar da loira e compramos uma cerveja por lá. O bar da Loira que também tem o comércio do nosso amigo Russo: durante muito tempo, era lá que eu parava para as resenhas pré e pós - jogo. Com o calor que estava fazendo, decidimos ficar próximo das árvores.

Começamos a relembrar histórias do passado e a rir com algumas delas. Vendedor é foda: chegou um até nós oferecendo cerveja. Insistiu, insistiu, insistiu e nos venceu alegando que quando entrássemos no estádio iríamos pagar mais caro. O valor até poderia ser menor do que dentro do estádio, mas acabamos ficando no prejuízo, pois compras feitas no cartão o vendedor cobra uma taxa de R$ 1,00. Antes de entrarmos no estádio, tiramos uma selfie para registrar o momento.

Quando entramos no estádio, sugeri aos meus primos de assistirmos ao jogo com Lennon, Suelen e Ednilton. Quando chegamos no lugar que eu costumo ficar com os amigos que eu acabei de citar, já estava tudo ocupado. Iria tentar encontrar com esses amigos no intervalo do jogo. Mantivemos contato, mas realmente não foi possível. Ainda tentei fazer com que eles se juntassem a nós, mas também sem sucesso. Fomos tentar ficar mais perto da norte, mas não nos animamos muito, e voltamos para onde estávamos.

Antes disso, porém, meu primo havia deixado duas cervejas pagas para o intervalo. É preciso ressaltar que sócio torcedor tem desconto na cerveja. Fomos para o lugar escolhido, e aos 20" o Botafogo abre o placar, gol de Tuco Corrêa que desencantou fazendo seu primeiro gol. Foi tudo muito rápido. Vi a bola fazendo a curva em forma de arco e estufando as redes do goleiro do Santos, para em seguida participar da comemoração da torcida, estranhos e também com os meus primos.

Em alguns momentos da partida, conversando com Washington, disse estar gostando do jogo, e que o Botafogo fazia uma boa partida. Difícil dizer agora se eu entendi que ele concordou com esta opinião, fato é que eu nem sei se a minha discrição do gol foi correta. Como eu disse na primeira parte da crônica: fui pela resenha. Acreditando que o Botafogo pudesse sair vencedor, mas fui pela resenha. No pós - jogo, muitos torcedores discordariam de mim se soubessem que eu disse que o Botafogo jogou bem.

Para esses torcedores, certamente minha opinião estava equivocada. O gol do Santos (o primeiro) eu nem vi direito, mas o pouco que eu vi, deu para perceber que o Botafogo sofreu um gol bobo, falta de atenção. Fomos para o intervalo com o placar de 2 x 1. Foi também no intervalo que tiramos mais algumas fotos, e com o placar favorável ao Botafogo, meu primo disse que se terminasse daquela forma, o churrasquinho estava garantido. Fui buscar as cervejas: estavam quentes.

Sem saber que poderia ter ido a outro quiosque que não aquele, voltei de mãos vazias, o que fez com que meu primo tivesse que ir até outro quiosque. Enquanto Washington foi a outro quiosque, Victor Hugo também se ausentou para ir comprar uma garrafa d´água. Foi então que vi Gabriel da Mocidade que estava com um amigo. cumprimentei tanto Gabriel, como o amigo dele. Antes de escrever a crônica achei por bem pedir autorização para citar o nome dele.

Apesar de ter cumprimentado o amigo de Gabriel e segui - lo no Instagram, achei por bem desta vez, não fazer menção ao nome dele. Quem sabe em uma próxima oportunidade? Meu primo voltou com as cervejas geladas, e o segundo tempo começou. Mas espera um pouco! Como diria meu pai: "futebol se resume em gols", e o segundo gol do Botafogo ainda aconteceu no primeiro tempo, mas este eu realmente não vi. O segundo gol saiu aos 39' do primeiro tempo, e também foi de Tuco Corrêa.

Aos 25' do segundo tempo, pênalti favorável ao Santos. Alguns torcedores afirmaram que foi pênalti; outros disseram que não. Fui ver o lance do pênalti hoje pela manhã, e para mim também não foi pênalti, apesar da displicência do jogador do Botafogo. Um outro ponto comentado foi a entrada de Savarino como ponta esquerda. Independentemente da posição em que Savarino jogou, segundo meu amigo (Vine Queiroz), do ponto de vista dele, o time piorou com a entrada do jogador.

Antes de irmos para a parte três (que deve ser a última - não garanto), você é fã do Savarino (assim como de outros jogadores) por causa dos títulos conquistados ano passado e/ou pelo carisma que eles demonstram fora de campo? Pra você quanto tempo leva (levaria) se comparado a um passado distante, para que um jogador fosse (se tornasse) de fato um ídolo do clube? Esse questionamento foi tema da resenha que eu tive com Vine Queiroz. Não saia daí que vem a parte 3.

Nenhum comentário:

Postar um comentário