segunda-feira, 3 de junho de 2024

Junior Barranquilla 0 x 0 Botafogo (28/05) Parte 2


Como disse ainda pouco, já não estou mais seguindo uma ordem cronológica, mas Jhonny Luiz me apresentou aos seus dois amigos (os que eu comentei no final da primeira parte desta crônica): Vinicius e Ghabriel. Fiquei responsável por deslocar a mesa de um ponto a outro, logo, chegaram os baldes de cerveja. As luzes da quadra foram apagadas: o jogo iria começar. Antes uma roda de samba: música da melhor qualidade. comentei com Lennon que achava Artur Jorge mais carismático e um um técnico melhor que Luís Castro: meu amigo concordou. Posteriormente, Suelen chegou: os responsáveis por eu estar em General Severiano. O Botafogo fez um bom primeiro tempo, perdeu muitas oportunidades de gols: nós poderíamos ter terminado a fase de grupo em primeiro. Muitas foram as reclamações quando Diego Hernàndez foi expulso. 


Tais reclamações continuariam no pós-jogo e no dia seguinte pelas redes sociais. Diego Hernàndez já está ciente de que se vacilar será punido. Sim, foi uma falta desnecessária. Diego Hernàndez é meio "destrambelhado", mas é um bom jogador. Eu não o dispensaria. Um dos argumentos foi de que se ele não tivesse sido expulso, o Botafogo poderia ter vencido o jogo. O Botafogo poderia ter saído vitorioso no primeiro tempo. E "se" o Diego Hernàndez não tivesse sido expulso? Será que o Botafogo teria vencido o jogo? Como em tantas outras oportunidades, não teremos essa resposta.


Lennon, Suelen e eu atravessamos a Av. Venceslau Braz e fomos para o ponto de ônibus mais próximo. Logo veio o nosso: 483 (Penha - Ipanema). Foi uma viagem rápida e tranquila. Quando chegamos na casa dos meus amigos, havia uma fatia de bolo e brigadeiros: era como se eu tivesse realmente comemorando meu aniversário. Em seguida, jantamos. Sim, para mim, a sobremesa veio primeiro, mas jantamos todos juntos. Assistimos ao jogo do Internacional.


Na manhã do dia seguinte, fui caminhando até a estação da Penha. Fomos conversando Lennon e eu: ele ficou pelo caminho, mas eu segui. poderia ter embarcado no 926 (pagaria uma passagem só), mas em contrapartida, a viagem seria mais longa. Sabendo que a frequência de um carro para o outro do 918 é regular, optei por esperar: não entendi nada, mas a linha a qual eu acabei de citar levou uns 20 minutos para passar, e o motorista era lerdo pra caralho: o famoso "deitão". Saltei em Marechal Hermes e embarquei no último ônibus que me traria de volta para casa.


Apesar de estar tarde, organizei algumas coisas dentro de casa, e (como a temperatura estava amena), ainda fui fazer minha caminhada. E assim se encerrou mais esta aventura para assistir a um jogo do Botafogo.


Saudações alvinegras.

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