segunda-feira, 3 de junho de 2024

Junior Barranquilla 0 x 0 Botafogo (28/05)


Esta crônica começa no final da manhã do dia 22 de maio, talvez mais para o início da tarde, portanto na quarta-feira passada: dia do meu aniversário, estava completando 38 anos de idade. Suelen Entrou em contato comigo perguntando se eu aceitava de presente de aniversário ir com ela e Lennon (ambos são meus amigos) estar na sede social do Botafogo para assistir Junior Barranquilla x Botafogo pela última rodada da fase de grupos da Libertadores, em um evento denominado "Embrazado". Minha amiga disse: "Pensa rápido, pois os ingressos podem se esgotar." Eu não tive tempo para pensar: Suelen pediu meu e-mail e nome completo para fazer meu cadastro. Pronto! Agora era esperar até terça-feira (28) para estar na sede. Suelen e eu seguimos conversando no decorrer daquela tarde, até que no final da mesma, eu me lembrei que eu tinha aula virtual (Projeto TCC), às 20h. mas agora era tarde demais para qualquer coisa. Em breve voltaremos a este tema. O que me servia de consolo, é que a aula seria gravada, mas essa aula era muito importante, se formos pensar que eu poderia tirar minhas dúvidas durante a aula.

Eu sairia de casa rumo à Penha, onde iria me encontrar com Suelen rumo a Botafogo. Era preciso saber mais ou menos o horário que ela queria que eu saísse de casa, uma vez que ela sairia do trabalho. Começamos a conversar sobre isso na sexta-feira. Falei para ela que o melhor horário para eu sair de casa seria às 15h, ir até Marechal Hermes, e embarcar em outro ônibus para chegar na Penha. Ela me passou um ponto de referência: Casa do Pão. A Casa do Pão (como o próprio nome sugere), é uma padaria, mas é também uma lanchonete: se eu chegasse na Penha antes da saída dela do trabalho (um condomínio em frente à padaria), era lá que eu deveria esperar por ela. Para sair da Penha, iríamos de 483 (Penha - Ipanema), ou Uber. Se fôssemos de ônibus, seria mais uma linha na minha biografia de busólogo. Lennon (que também sairia do trabalho), se encontraria conosco em Botafogo.

Não sei precisar (pode ter sino no final da tarde, início da noite), vi no status (whatsapp) do Jhonny Luiz (uma amizade que começou no facebook 11 anos atrás), ele perguntando: "Quem vai?" Na legenda da foto do Banner "Embrazado". decidi perguntar se ele ia, e se ia de carro. Se a resposta fosse positiva, eu economizaria (bastante), na passagem. Entrei em contato tanto com Lennon, como com a Suelen, comentando sobre a ideia que eu havia tido. Os dois me pediram para que os mantivesse informados. no sábado pela manhã entrei em contato com Jhonny que praticamente deixou tudo combinado para terça-feira. Entrei em contato com Lennon e Suelen. Brincadeiras à parte, iria comemorar meu aniversário. Aliás, se formos levar a brincadeira a sério, naquela noite de sábado eu também iria "comemorar" meu aniversário na comemoração dos 30 anos do meu amigo Douglas (DG). Independentemente do que eu acabei de escrever acima, há dias eu havia confirmado presença, estava animadão para estar com o Douglas comemorando seu aniversário, mas naquela manhã de sábado, me bateu um desânimo tão grande, que quase eu disse que não iria. Ultimamente eu tenho estado assim: marco, confirmo, mas se bobear, "em cima do laço", eu desafaço tudo. Já aconteceu. Segundo uma amiga minha, isso está acontecendo (e com uma certa frequência), pois estou entediado, estressado, preocupado por não estar trabalhando, por não estar estagiando. Até por conta disso, estou fazendo terapia. Esta crônica era um rascunho, estou (e devo) acrescentar informações que não estavam no rascunho.

Eu havia falado com Douglas que eu (de posse do meu cartão expresso) conseguiria chegar no local da festa (que começaria a partir das 19h), mas que eu não conseguiria voltar, pois a partir das 21h, eu não teria mais condução para voltar para casa. Mas ele queria que eu fosse: são oito anos de amizade. Trabalhamos no mesmo hospital (primeiro em setores diferentes, depois no mesmo setor). Existe uma frase que diz: "O que a mão direita oferece, a mão esquerda não precisa saber. Fato é que conseguimos resolver o problema. Como eu disse, na ida não tive muitas dificuldades: embarquei até Marechal, e em Marechal, embarquei no 650 (Marechal Hermes - Engenho Novo). Saltei no ponto indicado. Revi velhos amigos, fiz alguns novos. 

No que diz respeito ao jogo, não havia mais nada a ser falado até pelo menos terça-feira. Das coisas que eu costumo fazer dentro de uma rotina pré-programada, naquele domingo (o qual estava de ressaca), de temperatura amena (para nós cariocas estava frio), decidi descansar. Na segunda-feira (de volta a "programação normal"), entrei em contato com Lennon e Suelen, dizendo que ia com Jhonny para a sede social do Botafogo, na terça-feira. Também na segunda-feira, mexi no meu Projeto TCC fazendo as devidas correções, e logo em seguida abri (mais um) curso on-line da Fundação Bradesco (gratuito) para que eu possa completar minhas horas PAC (que estão bem atrasadas). Na manhã de terça-feira, ocupei parte dela escrevendo mais um capítulo do meu livro (sim, nas horas vagas sou escritor) e para quem não sabe (também) pretendo escrever essas crônicas sobre o Botafogo. Passei as coordenadas  de onde moro para o Jhonny; ele tirou algumas dúvidas, mas não foi difícil para que ele encontrasse meu endereço: isso aconteceu no final da manhã. Foi também no final da manhã que recorri a ajuda da minha tia, lhe pedindo R$ 10,00 para eventuais problemas com a passagem: meu cartão expresso estava com o meu pai, e eu não sabia se o meu Passe Universitário funcionaria: apesar de eu ter visto na página da Rio Card que ele estava ativo, mas preferi não arriscar. Para quem está vivendo em constante ansiedade, foi uma tortura esperar até às 15h: horário combinado para começarmos nossa aventura até a Sede social do Botafogo.

Jhonny chegou pontualmente na esquina da rua onde moro. A ideia era ele ir buscar um amigo dele primeiro, e depois passar na esquina da rua onde moro. Fomos buscar o amigo dele, e enquanto esperávamos começamos a conversar sobre como nos tornamos torcedores alvinegros: de minha parte, ficou faltando falar algumas coisas, fragmentos que eu creio que em uma próxima oportunidade, poderei comentar.

Levou um tempinho para que Jhonny me apresentasse ao amigo dele. A principio não vejo necessidade de citar o nome. Primeiro por não sermos amigos nas redes sociais e (segundo), seja como for, não tenho autorização (teria) para citar o nome dele: eu nem se quer cheguei a pedir.

Não foi difícil de perceber que estávamos correndo o risco de enfrentarmos trânsito ruim na Av.Brasil desde da altura de Realengo, até o chegarmos ao Centro da cidade. Comentamos que  a maior parte de quem dirige pela principal via da cidade está reclamando do prefeito Eduardo Paes e BRT. De forma bem particular tenho uma opinião sobre o assunto: a ideia do BRT (que vem sendo elogiado pelos passageiros), é fazer com que menos carros circulem pelas vias expressas da cidade e assim utilizar o transporte público. Até quando a ideia será válida, ninguém pode precisar, pois se não houver melhorias, investimentos na malha ferroviária (atualmente sob a administração da Supervia), e no metrô, é certo que pode ocorrer um colapso no transporte da cidade. Mas voltando para nossa ida a Botafogo, acessamos a transolímpica, até chegarmos na Barra, passando pelo Parque Olímpico: o trânsito estava bom e foi legal termos feito esse caminho, pois eu ainda não o conhecia. Seguindo a sugestão do amigo que estava conosco, seguimos para (e pela) Linha Amarela (o trânsito já não estava tão bom - havia retenções), e voltamos para a Av.Brasil: o trânsito não estava bom, mas também não estava tão ruim. Subimos o Viaduto do gasômetro; caímos na Via Binário do Porto (pelo menos eu acho que era a Binário do Porto), Gamboa, Santo Cristo, até chegarmos na Av. 31 de Março (elevado que passa ao lado do sambódromo) para podermos acessar o Túnel Santa Bárbara. Em seguida, passamos por Laranjeiras e Praia de Botafogo.

Para chegarmos à sede, fizemos o retorno (se não me falha a memória) pela Av. Carlos Peixoto que nos levou até uma das entradas do Shopping Rio Sul, seguimos em frente saindo na rua ao lado do shopping que nos levaria à Av. Venceslau Brás. Mas perdemos a entrada do estacionamento do Shopping Casa e Gourmet: tivemos que seguir em frente, fazer o retorno, até que conseguimos um lugar para estacionar. Passamos pela passagem subterrânea e chegamos na sede. Entramos na Loja Oficial do Botafogo: é foda entrar lá (ou nesse tipo de lugar) sem ter um puto no bolso. Enquanto esperávamos por um outro amigo, fizemos um "rolé" pelo Shopping Casa e Gourmet, até que (já de volta para a rua) fomos até um vendedor ambulante e (como eu tenho o costume de dizer), abrimos os trabalhos. O amigo de Jhonny perguntou se "O amigo bebe?" No caso, o amigo era eu.

De posse de um latão de Heineken nas mãos lembrei da frase "virei playboy" de um dos personagens do filme "Cidade de Deus." Fiquei conversando com o vendedor ambulante enquanto esperávamos pela chegada dos outros dois amigos. Quando eles chegaram, apertamo-nos as mãos, mas não houve uma apresentação "formal." Eles começaram a conversar, e eu me senti "Um estranho no ninho" (nome de um filme com Jack Nicholson da década de 1960). Decidi entrar, e vou deixar a ordem cronológica um pouco de lado. Gostaria de não só ter cumprimentado (como ter tirado uma foto), com aquela personalidade alvinegra  e que (até aonde eu sei), me segue no meu canal do twitter. Cumprimentei um personagem alvinegro (também conhecido) o qual me tratou de igual para igual. Gostaria de poder marcar o nome deles, mas sem autorização não dá. Revi alguns amigos, tais quais Thiago Ribeiro Guedes e Wagner Rangel. Tive a oportunidade de cumprimentar minha amiga Fátima e seu filho Pedro. Na fila do pastel, no intervalo, cumprimentei o vice-presidente do Botafogo: bastante cordial e simpático.

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