Botafogo 2 X 0 Coritiba - Parte I
Pelo aplicativo moovit (que diz o horário aproximado que seu ônibus irá passar), fiquei sabendo que ele iria passar às 15h. Eram 14h45. Parti para o ponto de ônibus. Não quis correr o risco de de repente o ônibus passar antes. Mas passou no horário.
Dois lances distintos envolvendo o goleiro Gatito: em determinada oportunidade, ele colocou a bola de volta ao jogo em velocidade e dentro do possível deu certo. Em outra oportunidade, houve torcedor que reclamasse que ele não foi rápido na reposição da bola. Então eu disse:
Como ele vai sair em velocidade, se os jogadores estão todos ali perto dele?
Eu estava indo para a Vila da Penha. Na Vila Militar, meu ônibus passou pelo o outro ônibus, o segundo o qual eu teria que embarcar. Fiquei na dúvida se saltava na Vila Militar e arriscava a tentar pegar o outro ônibus. Decidi que faria isso, mas só em Marechal Hermes.
Saravia foi muito criticado na maior parte do tempo, durante todo o jogo. Sim, eu estava vendo isso, mas não lembro de tê-lo criticado. Porém, por umas três vezes, quando ele deu umas arrancadas rumo ao ataque, fiquei satisfeito e elogiei.
Fiquei com pena quando ele era a opção e não tocavam a bola para ele.
Quando chegou no "final" da Vila Militar, o ônibus o qual eu estava parou no sinal. O outro avançou é seguiu viagem. Ainda pensei: de repente a gente o alcança. Porra nenhuma! O ônibus sumiu. Pensei: fodeu. Vou ter de esperar por outro. O bom é que até que não demorou muito.
No primeiro jogo do Adryelson, eu o elogiei; no segundo (acho que foi contra o Juventude) ele falhou no gol do adversário. Mas de lá para cá, vem em uma crescente. Teve uma boa atuação no jogo de ontem, e vem mostrando segurança.
Estava com o tempo, contudo, não existe nada mais chato que embarcar em um ônibus cujo o motorista é um "deitão". Sem contar o trânsito ruim em Madureira. Mas nem dá para reclamar muito: o bairro tem muito comércio e era sábado.
De quem foi o primeiro gol? Victor Cuesta: mais uma vez ele. Se eu vi o gol? Não. Se eu posso fazer uma avaliação do jogador dentro de campo? Sim. Jogou bem.
Parte II
Cheguei na Vila da Penha onde uma amiga me esperava para irmos de carro ao jogo. Ao chegar no estádio iria ver muita gente conhecida. Outras que até então são só amigos de rede social mesmo.
Dado o movimento que estava ali pela leste, achei melhor falar com essa galera em uma outra oportunidade. Parei para comprar um pastel. R$ 16,00. Mas valeu a pena: o pastel (de carne) recheado em todos os espaços da massa.
Tinha um torcedor que cornetou o time durante todo o primeiro tempo. Criticou o Marçal, disse que o time do Botafogo era um time de "pelada" e que nem um time de "pelada" jogaria da forma como o Botafogo estava jogando. Que parecia um time de várzea.
Depois de muitas idas e vindas na semana com o voucher seguro (mas o erro não havia sido deles, mas sim meu), quando fui entrar no meu setor estava aparecendo ingresso cancelado: puta que pariu! Tive de ir na bilheteria ver o que poderia ser feito.
No caminho até a bilheteria deslizei a tela do celular para o lado e vi que o QR Code estava lá, ainda assim preferi ir até a bilheteria onde fui informado que estava tudo certo e que era só passar pela catraca: graças a Deus.
O mesmo torcedor que reclamou do Marçal, foi o mesmo que reclamou do Lucas Fernandes. Achei que ontem ele estava apenas regular, mas daí dizer que o cara não estava jogando nada? Eu já estava começando a ficar irritado e pensando em ir assistir o segundo tempo com outros amigos.
Por falar em amigos, procurei por alguns. Em um primeiro momento não os encontrei. Deixei meu casaco com minha amiga guardando o lugar por onde iríamos ficar. Ela me indicou onde uns amigos comuns estavam e fui até eles cumprimentá-los e abrir os trabalhos bebendo uma cerveja.
O torcedor corneta (eu sabia) iria se tornar um dos personagens principais dessa crônica. Disse que o Tchê Tchê era muito fraquinho. Franzino. E que não estava produzindo muito. Mas houve quem dissesse que o jogador estava bem na partida.
Voltei para o meu lugar e chamei pelo vendedor de cerveja: meus gastos ontem (que não poderia ser muito) seria no cartão de crédito. Comprei a primeira. Comprei a segunda. No intervalo quando fui comprar a terceira, três tentativas depois, só aparecia retire o cartão.
O ambulante já havia enchido meu copo com o "suco da confusão". O que fazer? Falei com um amigo meu, que pagou aquela cerveja. Meus irmãos: que vergonha. Na noite de sexta eu usei o cartão sem problema algum. Que merda!
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