Mudanças que surtiram efeito Foto: Vitor Silva / Botafogo
Uma coisa ficou clara: se com um time entrosado poderíamos ter dificuldades, com um time em reconstrução, cada jogo será uma final e com bastante doses de suspense e emoção. Apesar do Botafogo ter dominado o primeiro tempo, o Nova Iguaçu, veio disposto a mostrar serviço. Se o primeiro tempo foi melhor para o Botafogo, se o início foi proveitoso, o Nova Iguaçu tentaria equilibrar o jogo. O Nova Iguaçu manteve a postura de jogar atrás, mas sem abdicar de atacar.
Douglas Borges pouco foi acionado, e quando acionado fez defesas seguras e importantes. Mas acho, fiquei com a sensação de que estava mal posicionado no lance do gol de Vandinho; talvez tenha sido falha da nossa defesa; talvez tenha sido mérito do jogador do Nova Iguaçu; talvez possa ter sido os três fatores. fato é que depois do gol o Nova Iguaçu se fechou e, na base da GARRA, da vontade e da coragem, o Botafogo buscou o resultado e conseguiu seu objetivo: a vitória. Esse é o Botafogo que eu gosto.
Jonathan foi um dos nomes do jogo ao salvar o Botafogo incontáveis vezes do perigo que rondava nossa área; pouco se ouviu falar em Marcelo Benevenuto e, em uma das vezes, foi para apontar um erro seu. Apareceu mais vezes no segundo tempo (de forma positiva e produtiva) quase tendo feito um gol; Paulo Victor (que foi substituído por Rafael Navarro) não foi tão bem, mas nem por isso deixou de ter tido uma participação razoável. A entrada de Rafael Navarro fez com que o time mudasse de postura.
Elogiei Kaique no jogo anterior, nesse jogo, o jogador já não foi tão bem; Felipe Ferreira manteve o padrão comparado ao jogo anterior. Foi substituído por Marco Antônio (estreante da noite) que deixou seu cartão de visitas, fazendo o gol da virada que nos levou a vitória.
Warley (que não estava muito bem no jogo) foi substituído por Ronald, que deu mais velocidade e mobilidade para o time; Marcinho (que também teve uma boa atuação), foi substituído por Ênio que entrou para incomodar a defesa do Nova Iguaçu, tendo feito (já nos acréscimos), o gol de empate do Botafogo, abrindo o caminho para a vitória; Matheus Babi, mais uma vez não jogou bem. Não soube aproveitar - se da sua altura e desperdiçou chances de gol. Aliás, as bolas aéreas foram bastante utilizadas pelo Botafogo.
Foram muitos os lances que o Botafogo se encontrou em posição de impedimento. um desses lances foi com o zagueiro Gilvan, que foi titular pela primeira vez. De maneira geral, não gostei da arbitragem.
Parecia que Marco Antônio estava predestinado a ser um dos protagonistas da noite na vitória do Botafogo. aos 45 do segundo tempo, o jogador cobrou uma falta que Ênio aproveitou para estufar a rede do adversário; depois foi a vez de Rafael Navarro servir Marco Antônio que finalizou e marcou dando números finais a partida.
*O Botafogo não pode jogar no 4-3-3 por não ter jogador de ponta; Warley e Marcinho não são pontas (este último é atacante), o ponta de ofício é Ronald. Com os jogadores contratados, não podemos jogar no 4-3-3, o ideal seria o 4-4-2. A leitura que faço é que o Chamusca (técnico do Botafogo) está com dificuldades de entender as características dos jogadores do elenco, e está jogando em um esquema de "segurança" para em um primeiro momento focar no resultado.
*Colaboração de Carlos Arcanjo.
Saudações Alvinegras!!
É Botafogo porra! É Botafogo porra! |
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