Marcelo Chamusca, técnico do Botafogo Foto: André Durão / ge
Todo torcedor espera que seu time vença; espera que pelo menos jogue com o mínimo de GARRA. Não importa como seja, mas vença! Dependendo do desenrolar da partida, às vezes um empate é bem vindo. Antes do jogo começar, conversando com um amigo, ele estava otimista. Não que eu não estivesse, mas disse a ele que teria sido interessante se tivéssemos vencido o Vasco no fim de semana.
Por ser estudante universitário, deixei de assistir (por estar em aula) os primeiros 25 minutos de jogo do primeiro tempo. Aos 24, acessei o Google: talvez por não ter sido atualizado, fiquei sem saber que o Flamengo havia aberto o placar. Quando a aula acabou, liguei a televisão. Dos 35 aos 46 minutos do primeiro tempo, o Botafogo não estava jogando rigorosamente nada; não fez metade do que fez no jogo contra o Vasco; o Flamengo foi e estava superior; ninguém estava jogando bem, até ali para mim (jogadores de linha), ninguém se salvava. Se o Botafogo não melhorasse, ali mesmo no primeiro tempo, poderíamos afirmar que o Flamengo seguiria superior.
Todos nós sabemos que a Globo não conseguia ser imparcial, mas pensei que com a Record fosse ser diferente, que pelo menos levassem um pouco mais de tempo nos enrolando, mas eles mantiveram o padrão Globo (não estou defendendo a emissora), tanto não estou que vi pelas redes sociais torcedores defendendo dizer saudades da emissora. Sentir saudades? A Globo quase não passava os nossos jogos e nisso a Record tem sido mais justa.
Como informei antes, não assisti aos primeiros 25 minutos de jogo, mas assisti aos 16 restantes do primeiro tempo. Ainda não consigo ter plena confiança em Douglas Borges, mas ao mesmo tempo (e estarei sendo contraditório), fez importantes defesas; no intervalo, Marcelo Benevenuto* estava sendo execrado pelo torcedor alvinegro; Kanu foi expulso de bobeira...na verdade, não necessariamente.
Acabei cochilando. A atuação de alguns jogadores chegaram até mim por meio de comentários de amigos, os quais darei os devidos créditos no final da crônica. Estarão identificados com asterisco. Começo pelo Zé Welison** (o qual já venho criticando), segundo um amigo, ele erra os passes mais simples e toca a bola para o lado; Vi a atuação de Matheus Frizzo, e ele estava muito preso, sem conseguir desenvolver seu futebol e foi substituído por Kaique**. Segundo alguns, ele tem que ser titular.
Elogiei Felipe Ferreira no pós - jogo contra o Vasco e irei elogiá - lo novamente. Quando ele diz que perdermos por mérito do adversário é uma coisa, mas perder por não ter jogado com atitude é outra, estou de acordo com ele: tem que haver empenho e GARRA; Warley foi neutralizado; Babi* é muito bom com a cabeça, mas Navarro** se bem treinado, será melhor que Babi.
Para terminar: o lance onde todos estão dizendo que não foi pênalti em Matheus Babi (é questão de interpretação e discutível), para mim foi pênalti. Mas prefiro acreditar que a arbitragem não quis prejudicar o Botafogo. Depois desse lance, saiu o segundo gol do Flamengo com a falta cometida por Kanu.
No mais, o mérito foi do Flamengo.
Saudações Alvinegras.
*Opiniões de torcedores em grupos de whatsapp **Opinião de Igor Nascimento |
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