sexta-feira, 7 de julho de 2017

Nacional 0 x 1 Botafogo - Dessa vez no Pepito's bar


Nacional x Botafogo
Foto: AFP

Essa é uma daquelas crônicas que deixa muito leitor cansado, chateado, exasperado de tanto ler. Com o passar do tempo venho tentando ser mais dinâmico em minhas crônicas atendendo a pedidos de você mesmo, caro amigo leitor que me acompanha e sugere mudanças com criticas construtivas. Mas jogos como o de ontem (06/07/2017) merecem ser mais ricos, mais detalhados ainda mais quando você sai do seu conforto para ir a outro lugar (reduto de Alvinegros) assistir ao seu time de coração ao lado de amigos! Sendo assim, pegue sua garrafa de água, lata de cerveja e/ou refrigerante; faça uma pipoca ou prepare um aperitivo pois esta crônica promete...

Caro amigo leitor: 
Este que vos escreve se encontra de férias e por que não ir assistir ao jogo do seu time de coração fora de seus domínios? Pois foi exatamente o que eu fiz! Por volta das 16 horas fui para o ponto de ônibus que iria me dar uma canseira (imagine que estamos falando de uma tarde quinta - feira!) e pense que eu ainda teria que pegar outra condução...o motorista do ônibus (mais do que certo) fosse para embarcar ou desembarcar parou em todos os pontos imagináveis e inimagináveis (sem contar os sinais) de trânsito. Quando chego em Magalhães Bastos, vejo que o outro ônibus que eu iria utilizar passa e começo a pensar: bem que ele poderia parar no ponto da estação...não parou, assim como não pararia em outros seguintes! Tal ônibus sumiu, escafedeu - se, desapareceu do mapa e eu (que desembarquei no penúltimo ponto da Vila Militar) tive que esperar por outro: mais alguns minutos de espera; o trânsito ali pelas imediações da Vila Militar não era dos melhores e pensei em tirar o meu livro da mochila para ler, mas como percebi que toda hora poderia entrar um vendedor ambulante, decidi que não daria certo. O trânsito seguiu ruim na Av.Brasil próximo da descida de Barros Filho, tendo uma leve melhora em toda extensão da Estr.João Paulo passando pelas estações de Honório Gurgel e Rocha Miranda. Depois disso o trânsito voltaria a ficar ruim novamente nas imediações de Irajá (Av.Mons. Félix) e na chegada ao Largo do Bicão (que era para onde eu estava indo) encontrar - me com alguns amigos. Graças a Deus no final tudo dera certo...um final que teria um novo começo! É amigo leitor, você pensa que vida de torcedor é fácil? Não, não é!

Enquanto minha amiga Rosilma não chegava para irmos para o Pepito's (reduto de Alvinegros na Vila da Penha), fiquei conversando com seu sobrinho (Vinicius) para passar o tempo. Ela tendo chegado, fomos ao encontro de Nininha (uma amiga comum) para irmos juntos. Ao chegar no Pepito's revi alguns amigos (infelizmente, por não ter um convívio maior não citarei nomes) e fui cumprimentá - los e fui apresentado a alguns outros (de repente eu até pudesse citar o primeiro nome, mas cadê que eu perguntei?); Sabia que iria encontrar outros amigos por lá, tais quais Alle e Vinicius (esse Vinicius já é outro) e estes me apresentaram a galera com a qual eles estavam. Vou tentar, mas será difícil precisar a ordem dos acontecimentos e das pessoas que vi e/ou revi a seguir.

Sentado e já bebendo uma gelada (como eu costumo dizer: abrindo os trabalhos) reconheci o menino Lucas (o qual já conhecia de uma visita na sede do Botafogo em 2012) e o cumprimentei! Não é que o garoto se lembrou de mim? Logo atrás vinha seu pai (Osmar) com sua esposa e sua filha mais velha. Esperei que eles se acomodassem para ir cumprimentá - los com mais calma e registrar o momento por meio de fotografia: algo que gosto muito de fazer!

Cumprimentei o amigo Ronaldo (também conhecido como "Ronaldão") e segui até os amigos Alle e Vinicius novamente. No grupo no qual eles estavam, alguém teve a gentileza de tirar uma foto na qual aparecemos Alle, eu e Vinicius. Conversei com Alle e lhe disse que nada mais justo que aquela galera aparecesse reunida também em uma fotografia e sendo assim registramos o momento.

Outro amigo que avistei por lá (este de longa data) foi Carlos Henrique (com o qual já tive a oportunidade de assistir alguns jogos) pelos estádios da vida!

Enquanto aguardávamos o início do jogo, "caímos dentro" de uma porção de batatas fritas com carne da melhor qualidade, quentinha e bem temperada, além daquele gelo de lei, é claro!

Antes de continuar, gostaria de ressaltar que esta crônica é um pouco diferente das outras: se é a primeira vez que você está lendo ou se já leu com formato diferente, o formato desta crônica que eu costumo utilizar, com a pequena diferença de que em algumas outras eu procurei ser mais objetivo e dinâmico! Se irei falar do jogo e da atuação de nossos jogadores? Mas é claro que sim! Mas esta crônica tem como objetivo maior enaltecer nossa torcida, nossos torcedores, nossa festa e comemoração e por falar nisso, se liga só:

Muitos torcedores (espalhados) ficaram espalhados pelo bar: a maioria em pé; assim como do lado de fora também. Se a temperatura lá fora prometia fazer - nos sentir frio (afinal, estamos no inverno) nada como lance a lance do jogo para nos esquentarmos e esquecermos de qualquer possibilidade de sentirmos frio! Era de se imaginar que ficaríamos um pouco tensos, mas o Botafogo mostrou logo de início que não foi para brincar, que estava disposto a fazer o resultado e com aquela GARRA que lhes é (e vem sendo) peculiar na Libertadores, partiram pra cima, mas sem se afobar! Se bem que houve momentos em que eu e um outro torcedor concordamos que o Botafogo tinha que valorizar mais a posse de bola, mantê - la no chão, trabalhá - la mais: o jogo estava ficando tenso...será que essa seria a palavra adequada? Ou será que estávamos ansiosos demais? Bom, o fato é que a cada lance seguíamos gritando, xingando, apoiando e claro que não podia faltar as músicas que cantamos nos estádios por aí a fora...

E assim como venho dizendo em outras crônicas, eu vos deixo mais uma vez a seguinte pergunta: quando será que o Gatito dará uma brecha para o paredão Jefferson assumir a função de goleiro novamente? Gatito Tem estado seguro, confiante, fazendo boas defesas...e agora?

Deve ter sido no intervalo, quando pego de surpresa, um torcedor veio falar comigo: disse que me reconheceu de um dos grupos de Whatsapp do qual eu fazia parte (e para o qual qualquer hora dessas devo voltar) e eu (que não sabia o seu nome) perguntei e nos apresentamos formalmente: o nome do amigo em questão é Anderson.

Arnaldo dessa vez não agradou muito aos torcedores, sendo que eu, mesmo vendo algumas falhas suas em outras partidas, vinha defendendo - o e creio que sua atuação não foi de toda a ruim, mesmo sabendo que muitas bolas perdidas foram ali, pelo seu setor; Carli jogou? Meu Deus! Eu só fui ouvir falar o nome dele no segundo tempo, mas neste instante, acabo de me recordar que em determinado lance ele apareceu e chegou junto dos companheiros e da arbitragem para conversar em relação a algum lance do jogo; Foram muitas as reclamações dos torcedores presentes em relação ao Emerson Silva e por fim cito este cara que (pelo menos comigo) tem crédito (apesar de) poucas vezes eu fazer pequenas critícas: Victor Luis é o nome do cara! Quase que esqueço de dizer que ontem ele jogou bem. Só acho que tem que jogar assim nos jogos do Brasileiro também e fico me perguntando: como será na copa do Brasil?

E então, caro amigo leitor? Diga - me amigo torcedor Alvinegro: está gostando da crônica até aqui? Espero que sim! O que você acha de fazermos uma pausa? Vá até a cozinha e faça mais pipoca; prepare um aperitivo e encha aquela tulipa do Botafogo que eu sei que você tem ou um dos copos temáticos descartáveis! Vá tranquilo: hora do intervalo...




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