quinta-feira, 27 de julho de 2017

Botafogo 3 x 0 Atlético - MG - Atuação de gala


Botafogo x Atlético-MG
Atuação de gala
Foto: Celso Pupo/Fotoarena

Acredito que não poderia começar esta crônica se não fosse desta forma: descanse em paz, Max! Essa vitória com certeza foi para você! De onde você estiver olhe pelo nosso Botafogo...

E lá estava eu, no alto da estação do Engenho de Dentro esperando pelo amigo Yuri e um pouco depois que eu cheguei (ele havia chegado primeiro junto da namorada), telefonou - me perguntando onde eu estava e foi ao meu encontro; seguimos juntos beirando a linha do trem até a rua do setor leste (Rua Dr.Padilha). Seguimos até a esquina dessa rua e paramos (já citei este lugar em minhas crônicas) para beber um gelo, bater um papo, comer um churrasco. Mas agora, este lugar tem um nome e uma bandeira bem grande esticada: Somente Alvinegros! Conversando com Yuri falei sobre minhas crônicas (que de longa data ele já sabe que eu escrevo) e ele disse que o maneiro é nós fazermos exatamente isto: o pré - jogo e eu disse a ele que já fui elogiado justamente por escrever esse clima antes das partidas...

Bem próximo a mim, estava um amigo que conheci ainda na época dos jogos na Ilha do Governador (mas não citarei o seu nome por não ter sua autorização) e conversei também com um amigo que estava com ele (o qual não perguntei o nome): você acha mesmo que depois de três Brahmas, eu vou me lembrar disso? Quem eu vi por lá (e que veio me cumprimentar) foi Jaques, Arthur e Kaio (esses dois últimos eu trato como irmãos menores) e não demorou muito, um pouco depois, conversei e tirei uma foto com um amigo da tia Elza e Renata! E tive também a oportunidade de cumprimentar Genilson e Robson. A noite estava apenas começando...

Hora de cada um ir para o seu lugar: me despedi de Yuri e sua namorada (que foram para a leste superior) e eu fiquei por ali mesmo, na leste inferior. Parei no caminho para comprar um cordão para um dos meus eco - copos e segui em frente já sabendo onde eu iria ficar e chegando lá encontrei aquele senhor, a moça e o garoto ( o nome do garoto eu também já sei, mas como não tenho sua autorização para colocar seu nome, não irei fazê - lo) e ainda seguindo este corredor, cumprimentei minha querida amiga Nininha que guardava ao seu lado o lugar de outra amiga querida Rosilma (figurinha fácil de se encontrar em minhas crônicas); No corredor superior, estavam meu amigo Bruno (e mais dois amigos dele), meu amigo José Luis e seu filho Lucas; mais acima estavam (ou melhor ocupariam o lugar, Diego e Dª Suely) e por fim no outro corredor, Thiago e sua noiva Ray; quase me esqueci do outro Thiago que havia ficado no lugar ao lado de Nininha. Voltando para o corredor onde estavam Thiago e sua noiva, estava também meu amigo Léo! Todos em lugares pré - determinados: a tal da superstição Alvinegra!

Após cobrança de escanteio pela direita, Bruno Silva (na grande área) meio que sem jeito, chuta e a bola desvia em Carli que sem perdão põe para dentro! 1 x 0 Botafogo e delírio da torcida Alvinegra logo no comecinho do jogo...confesso que fiquei preocupado, pensando que o Botafogo pudesse se acomodar: ledo engano! O Botafogo jogava bem, com futebol vistoso, com GARRA, com vontade e passou a dominar o jogo, o que me deu certa tranquilidade...

Eu tenho o costume de dizer que nem sempre o tempo é importante e não sei quando foi que aconteceu (deve ter sido antes da partida começar) Nininha me ofertou uma cerveja: a quarta da noite! Brinquei com ela dizendo que desse jeito vou acabar ficando mal acostumado.

A partida se encaminhava para o final do primeiro tempo (o marcador devia estar nos 43, 44 minutos do primeiro tempo quando Rodrigo Lindoso lançou, João Paulo driblou seu marcador para cruzar para Roger  que subiu um pouco e marcar o segundo tento do Botafogo: Botafogo 2 x 0 Atlético - MG. Roger este que estava em noite inspiradíssima! Aliás, isso foi algo que comentei com meu amigo Zé que (assim como eu) aplaudiu bastante (e apoiou) o Roger; ainda sobre o Roger, conversando com o amigo Diego, disse - lhe que só houve uma crônica a qual minhas críticas foram mais duras a este jogador e sem ser hipócrita, gosto do Roger!

Como eu disse, chega um determinado momento em que nós perdemos um pouco da noção do tempo. Thiago bebia refrigerante e em determinados lances, digamos, um pouco mais assustadores, ele meio que se desesperava (coloquei desesperava para não ter que repetir o termo assustador), então eu disse - lhe que se ele quisesse ingerir um rivotril (por exemplo) seria mais fácil para ele do que para mim que estava ingerindo bebida alcoólica), aliás, perguntei se Rosilma havia levado com ela (pura zoeira) rivotril e alprazolam!

Se você acha que a crônica vai acabar com o lance do terceiro gol, esqueça! Ainda terá muitas bolas para estufar as redes (ao invés de muita água ainda irá passar por baixo dessa ponte), mas vamos para o terceiro gol: o último gol viria a sair já no final do segundo tempo em ação de Leandrinho que passou para Bruno Silva que inverteu o jogo para Gilson marcar o terceiro!

Havia combinado com meu amigo Gilson (não o Gilson autor do último gol do Botafogo e que fechou a panela e o cozimento do Galo) de sair quando a partida chegasse aos 45 minutos do jogo: não consegui e cheguei na estação atrasado! Explico: liguei para o meu amigo e lhe informei que estava chegando na plataforma e que não havia nenhum trem; subo a rampa (a nova) e sem ter reparado da rua, quando estou mais próximo um amigo (torcedor Alvinegro) me informa que aquela entrada estaria fechada! Volto (só não fiquei puto por que o Botafogo havia vencido) e fui para a passarela antiga e o Gilson me telefona dizendo que já estava no trem. Mas como isso? Ele não pegou trem extra! De qualquer forma no final deu tudo certo: lá estava ele me esperando na estação de Magalhães Bastos.

No trem em que eu estava tive a oportunidade de cumprimentar (depois de muito tempo) meu amigo Luan.

Fomos para o último ponto da Vila Militar esperar nosso ônibus e com a graça de Deus chegarmos em casa seguros, felizes e satisfeitos!

Me parece que o Emerson está jogando sem vontade; Rabello estava excepcional e Victor Luis como sempre um monstro ali pela lateral; por fim Rodrigo Pimpão com a mesma vontade e disposição de sempre: na verdade, o time todo está de parabéns, mesmo que eu tenha feita ressalvas!

Saudações Alvinegras!

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