| O Comandante Jair Ventura (Foto: AFP)
Tendo saído do trabalho, tinha pelo menos um propósito quando chegasse no entorno do estádio Nilton Santos: comprar uma bandeira do Botafogo para colocar no dia da comemoração do meu aniversário em lugar bem visível para perturbar meus vizinhos Flamenguistas! Tendo feito isso, segui para o meu setor...mas você pensa que foi assim rápido? Não! Fiz várias paradas no caminho...preparado para mais uma aventura em dia de jogo do Botafogo?
Tendo comprado a bandeira, entro em contato com meu amigo Vantuil para saber se ele já havia chegado ao estádio e de repente nós bebermos um gelo: ele me informou que ainda não havia chegado e que teria que ficar para um outro dia tal evento.
Sigo pela Rua José dos Reis (rua do setor oeste) com a ideia de parar no bar do Marquinhos (reduto de torcedores Alvinegros) onde espero encontrar minha amiga Fátima; entro em contato com ela e ela me informa que dessa vez não iria...enquanto falava com ela ao telefone, no vai e vem de torcedores Alvinegros eis que levo um susto quando um desses torcedores passa e dá uma "puxada" na bandeira e grita: "FOGOOOO"! Do outro lado da rua vejo o amigo Antônio Botafogo, penso em atravessar mas percebendo que o movimento de torcedores já estava intenso, decidi seguir meu caminho e virei a esquina na rua do setor norte.
Atravessei a rua no intuito de dar um pulo no bar da Loucos e eis que vejo meu amigo Bygode com uma amiga comum (na verdade amigos) e seu sobrinho. Dessa vez Bygode ficaria na leste superior e me disse que se tivéssemos combinados aquele encontro ali talvez nem acontecesse! Combinamos de nos encontrar em frente ao setor leste para bebermos um gelo antes de entrar. Informei a esses amigos que "marcaria um dez" por lá, mas que não seria muito pois iria entrar logo.
Ao entrar na rua do meu setor, virando a direita e do outro lado da calçada (portanto a esquerda) tem uma casa (parece estilo colonial) tem uma família (fui apresentado a eles pelo tio Nivaldo) que em dia de jogos faz um churrasco muito bom e cerveja gelada, além de um bom atendimento. Foi ali que parei para "abrir os trabalhos" (aquela cerveja que não pode faltar) e comer alguma coisa. Assim que saí dali eis que me encontro com a amiga Ângela e começamos a conversar, andando vagarosamente para o nosso setor e então no meio do caminho, eis que encontro o amigo Jorge! Jorge é pai do meu amigo Alvaro e fez questão de pedir para tirarmos mais uma foto (dentre tantas que já temos) o que foi feito com a ajuda de Ângela. Como não pode entrar no estádio com latinhas, Ângela esperou que eu acabasse de beber a cerveja para que pudéssemos entrar!
O ruim de se sair do trabalho e ir para o estádio com mochila é que (e com razão) temos que ser revistados e lá se vai um tempo perdido tendo que tirar uniforme para que se faça valer a segurança dentro do estádio. Passado por esse procedimento padrão, entrei no estádio e segui com Ângela para um lugar pré determinado onde disse não garantir que ficaria por ali.
Vou me fazer da máxima de que "a ordem dos fatores não altera os produtos" para seguir na minha narrativa e afirmo - vos que a sequência dos fatos a seguir não foi necessariamente nessa ordem: já devia estar perto do início do jogo quando avistei meu amigo José Luiz e seu filho Lucas e fui cumprimentá - los; com certeza foi antes disso, fui cumprimentar meu amigo Leonardo que estava com a esposa e dois outros amigos meus cujo tem como o nome o mesmo que o meu: Thiago; bem próximo a mim estava o amigo Ricardo com o qual eu registraria a nossa amizade Alvinegra em mais um jogo do Botafogo!
Dessa vez fiquei bem acomodado, em um lugar onde ninguém subiria em cadeiras e que quem ficasse em pé não iria me atrapalhar a assistir ao jogo! Sem contar que poderia descansar em determinados momentos momentos uma vez que havia saído do trabalho para o jogo e estava um pouco cansado...foi em um desses momentos de descanso que conversei com o amigo João Pedro que me perguntava, me pedia para esperá - lo no lado de fora do estádio para que entrássemos juntos e quem sabe, talvez, assistirmos ao jogo juntos! Mas lhe informei que já havia entrado no estádio...
Pedi a Ângela que guardasse o meu lugar enquanto ia comprar mais um copo reutilizável (será que vou acabar fazendo uma coleção?); no meio do caminho cumprimentei o amigo Victor Hugo que estava na companhia de seu pai. Voltei para o meu lugar e dentro de instantes teria a satisfação de rever meu amigo Celso e de assistir a mais uma vez o jogo com minhas amigas Rosilma e Nininha! Já de posse do copo novo, decidi que era hora de beber mais uma gelada...
Acho que nesse paragrafo me anteciparei bastante pois creio ter falado com meu amigo Lennon somente no intervalo! Tendo dado um salto no tempo no que diz respeito aos amigos que vi, cumprimentei e confraternizei, volto aos instantes iniciais da partida a qual teria mais uma apresentação de um mosaico:
Com as cartolinas em mãos quando da entrada dos jogadores, cantaríamos três vezes a música "Vivo essa Paixão" sem abaixar as cartolinas; feito isso, em determinado momento olho para o telão e vejo que a frase que se formou foi: "Glorioso". Ficou muito foda!
Encerro aqui a Parte I desta crônica. Na parte II ainda não farei minha avaliação completa do que foi o jogo e dos jogadores que se sobressaíram, mas sim, já haverá alguns comentários. A ideia é comentar sobre o que eu e alguns torcedores comentamos sobre determinadas jogadas, a festa da torcida na hora do gol do Pimpão e a festa da torcida no fim do jogo...
|
sexta-feira, 19 de maio de 2017
Botafogo 1 x 0 Atlético Nacional - Os bastidores de mais uma partida de futebol - Parte I
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Muito obrigado!
ResponderExcluir