Amigos que conheci em São Januário na primeira fase do Campeonato Carioca. Da direita para a esquerda: Gustavo Rocha, João Pedro Iunes e Lucas Marques Zózimo.
Fui à General Severiano única e exclusivamente no dia 29 de abril do mês passado (uma sexta - feira) para comprar meu ingresso; era um jogo que tinha tudo para que eu não fosse; quando fiquei sabendo que iria ter meia entrada (e como sou sócio torcedor) parti para a sede e comprar meu ingresso. Foi preciso que eu mexesse na minha conta poupança e olha que eu já tinha feito isso uma semana antes para ir ao clássico contra o Fluminense uma semana antes! Se eu não acreditasse no Botafogo, não teria feito isso...
Aguardei por meus amigos Nivaldo e Leo na praça Montese em Marechal. Apesar de ter saído um pouco em cima da hora de casa e com a demora do ônibus, ainda consegui chegar com sobra no local marcado; telefonei para meu amigo Leo e disse que já os aguardava; Leo me perguntou se eu havia ido com o par de tênis azul (o mítico e famigerado tênis azul), uma brincadeira que se tornou superstição nos jogos do glorioso, mais por parte dos meus amigos do que minha própria! respondi ao Leo que ele só saberia quando chegasse em Marechal.
Logo que eu entrei no carro, ele disse: "eu já vi que você veio com o tênis azul". Então eu disse que se eu não fosse com ele, provavelmente eu não teria carona para ir ao jogo. Como de praxe fomos conversando sobre as coisas do Botafogo. Uma delas foi o novo plano de R$ 225,00 (um plano de sócio interessante, semelhante ao meu anterior) o qual iríamos ter acesso livre a todos os jogos do Botafogo no campeonato brasileiro! Informei aos amigos citados acima que, em comum acordo com meu pai, iria mexer na conta poupança para pagar em uma única vez o valor e assim ficar tranquilo o restante do ano; ainda assim fizemos criticas, afinal, se existia a possibilidade de se implementar este plano, por que pedir para fazermos o plano de R$ 11,00 + 13,90 e termos acesso aos jogos pagando meia entrada.
Um dos clássicos que eu mais gosto de assistir e saio de casa tranquilo de casa é este clássico: Botafogo x Vasco - clássico da amizade. Estacionamos o carro na UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) e os Vascaínos já estavam por lá e não perderam a oportunidade de nos "zoar"; tinha também outros Botafoguenses também por lá...
Fizemos uma caminhada pelo calçadão que virou o entorno do novo Maracanã e o clima era de muita paz e como não poderia deixar de ser, encontramos com alguns amigos. Não sei se conseguirei lembrar de todos e ainda por cima pela ordem, mas os primeiros foram Alvaro Brandão e seu pai Jorge que também estavam com um amigo; como não encontramos um lugar para lancharmos, voltamos e no caminho pude observar que junto de um grupo onde estava Juan Reis também estava Eduardo Vivacqua (um amigo meu do face); antes de decidirmos entrar no estádio, paramos e ficamos conversando. Sem que me vissem passaram por mim Victor Hugo Vitorino e Bruno Barbosa: ainda pensei em cumprimentá - los mas eles se juntaram a um outro grupo e não quis atrapalhar.
Entramos no estádio e nos encontramos com Tulio Alvinegro e Sandra Gonsalves: disse ao Túlio que iria lhe pedir os números da loteria uma vez que ele acertou que eu iria acabar indo a este clássico. Fellipe Keraz já estava por lá e fomos cumprimentá - lo e atualizamos a nossa galeria de fotografias registrando mais um momento em jogo do Botafogo. Nivaldo, eu e Leo, fomos procurar um lugar mais no alto para assistirmos ao jogo; mais tarde eu viria a descobrir que talvez tivesse sido melhor eu ter ficado por ali mesmo...
Encontramos um lugar para ficar e até mesmo chegamos a nos acomodar, mas percebemos que as "barras" que a Loucos iria colocar, iria atrapalhar nossa visão e fomos para o outro lado. Isso para mim seria o fim: eu não iria conseguir assistir ao jogo olhando diretamente para o campo mas sim (muito mal) pelo telão! Daqui a pouco eu explico...
Lucka Cyriaco estava a caminho, assim como Lucas Feitoza (este último pedira para que guardássemos um lugar para ele). Do lugar onde estava reconheci os amigos da foto que está na abertura desta crônica; voltei para próximo de onde estava o Fellipe e cumprimentei Severina e também Celso Luiz: Rosilma estava ausente; voltando para o meu lugar (os espaços começavam a ser preenchidos, "topei" com Dickson Lima e mais a frente mas se perdendo logo do meu angulo de visão, estava João Vittor de Barros.
Tinha a esperança de conhecer pessoalmente Lucas Marques (filho do meu amigo José Luiz Dias Marques) com o qual havia começado naquela semana amizade virtual: mas não foi desta vez, não consegui encontrá - los apesar de, segundo Lucas, talvez eles estarem bem próximo a mim e aos meus amigos. De longe pude observar que Luiz Felipe Vieira estava presente.
A animação começava, a torcida gritava, fazia barulho; Lucka já havia chegado. Chegou um torcedor que era amigo de um outro que estava ao meu lado e ficou na sua frente; de repente, ele pediu - me para sentar - se ou seja: Feitoza perdia o seu lugar pois eu estava perdendo o meu! Na fileira da frente (imagino que os garotos fossem bem mais novos do que eu) subiram em cima das cadeiras...cadeiras foram feitas para se sentar; imaginei que no decorrer do jogo, eles iriam sentar - se ou apenas descer das cadeiras mas...o fato é que eu ficaria sem a visão do jogo os dois tempos da partida! Leo havia pedido para que Lucka (que também havia ficado em pé em cima da cadeira) descesse, mas ali o caso era diferente era um papo de amigo para amigo e Lucka cedeu; o pouco do jogo (ou seria nada mesmo?) que eu consegui ver, foi devido a brecha que Lucka havia deixado, sendo que eu muito mais pelo telão enquanto a visão aguentou...
Não lembro ao certo, mas Feitoza deve ter chegado entre o meio e o final do primeiro tempo; por esse tempo, eu já estava todo torto tentando assistir a partida. Olha, eu também assisto a alguns jogos em pé, mas se eu puder sentar eu sento; a questão é a seguinte: se os garotos que estavam a minha frente pelo menos tivessem assistido ao jogo em pé, mas não em cima da cadeira, tudo bem...mas foram os dois tempos em cima da cadeira!
No intervalo, Leo percebeu que algo não ia muito bem comigo e perguntou: "está com sono Thiago"? respondi que queria ver gol...gol do Botafogo! Acabou que vi (será que vi?) o gol do Vasco! Só fui saber como ocorreu o gol e que a falha havia sido do Jefferson quando no carro, voltando para casa, foi comentado na rádio Globo! Minha vontade era ter dito ao Leo a razão pela qual eu estava bolado, entretanto, isso poderia acabar um desentendimento com os caras que insistiriam (também) no segundo tempo em bloquear minha visão.
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