terça-feira, 5 de agosto de 2025

Botafogo 2 x 0 RB Bragantino (29/07) - Parte 2


Como disse anteriormente, fiquei na dúvida onde era o point. Tendo que esperar meus amigos chegarem (e ainda com a mochila nas costas), voltei ao setor leste, mas continuei na mesma: sem rever alguns amigos. Voltei para o setor norte. Nós iríamos assistir o jogo do setor leste inferior e entrar pelo estacionamento. No caminho de volta, cumprimentei outro amigo de longa data: Bruno. Ainda estava cedo: teria que esperar bastante ainda.

Eis que Bygode entra em contato comigo me perguntando por onde eu estava: enviei uma foto. Ele (acompanhado de seu sobrinho Pedro), passaram por onde eu estava: eles iriam de oeste. Julguei ter reconhecido um outro amigo (também de longa data), pensei em cumprimentar, mas fiquei na dúvida. Depois vi esse mesmo amigo na fila para entrar no setor norte. Faz poucos dias, entrei em contato com ele, e ele me confirmou que era ele mesmo.

Eram 18h40 quando Suelen me perguntou por onde eu andava. Foi então que percebi que estava observando o point errado: puta merda! Mas não estava longe: deixei a mochila, e fomos para a fila. Tiramos umas fotos naquele stand onde podemos colocar um.jogador ou uma das taças ao nosso lado. Quando chegamos na arquibancada, fazia pouco tempo, o jogo já havia começado. Nos primeiros 15 minutos, o Red Bull Bragantino dominou o Botafogo, mas o Botafogo se acalmou e começou a ditar as regras do jogo.

Nossa casa, nossas regras. Daqui para frente, creio que não conseguirei mais seguir uma roda cronológica perfeita. O Kaio Pantaleão (que queria ser chamado de Kaio Fernando), fez um partidaço junto de Alexander Barbosa. Aliás, o Kaio Pantaleão (que queria ser chamado de Kaio Fernando), voltou a ser Pantaleão. Eu só fui entender a dimensão do segundo gol do Barboza, quando já na casa do Lennon/Suelen revi o lance. Contudo, posso dizer, que já lá no estádio, eu disse que havia sido um golaço.

O Barboza na risca do meio de campo, desarmou o jogador do Bragantino, tocou para o companheiro, gesticulou pedindo a bola de volta, recebeu e (de cabeça) ampliou o placar: Botafogo 2 X 0 Red Bull Bragantino. A crônica acabou? Mas é claro que não! Quantas foram às vezes que podiam ter acionado o Vitinho pela lateral direita? Você que assistiu o jogo, no estádio ou de casa, certamente deve ter ficado puto também.

No intervalo, naquele momento em que você busca relaxar um pouco (eu pelo menos procuro fazer isso) passei o estádio em revista e, bem próximo a mim estava outro irmão de camisa: Denner. Me cumprimentou. Não estávamos distante, sendo assim, fui até o lugar onde ele estava com alguns amigos e cumprimentei a todos. Sei que não falei do gol do Montoro, mas gostaria de (antes) falar do Savarino. Fiquei bolado quando (ainda no primeiro tempo), início, o jogador errou um passe: a torcida chiou.

Ele (Savarino), demoraria a entrar no jogo, mas também quando entrou, a torcida esqueceu-se dele. Estou tentando lembrar a atuação de outros jogadores, mas porra, o jogo foi na terça-feira: não vou conseguir lembrar de todas as atuações, de todos os jogadores. Teve um determinado momento que eu perguntei: cadê o "bebê reborn"? Para a minha surpresa, naquele momento, ele havia acabado de isolar uma bola por cima do gol adversário! E o que dizer do Arthur Cabral.

No final do jogo, ficamos com a sensação de que o Botafogo poderia ter feito mais gols e ir para Bragança Paulista com a classificação mais do que encaminhada, porém o resultado não foi ruim. Comentei durante o jogo, que durante muito tempo eu considerei Héber Roberto Lopes um dos piores técnicos dos quais vi prejudicar o Botafogo. Hoje eu posso dizer que ele era o número 1. Era, pois hoje posso dizer que o Daronco conseguiu esse feito. Como o xingados durante o jogo. Puta que pariu!

O Red Bull bateu (e não foi pouco) nos jogadores do Botafogo. Cartões? Pra quê! O Montoro foi caçado, perseguido dentro de campo. Principalmente depois do gol. Que categoria, que classe. Driblou, limpou o lance e marcou. Detalhe: eu estava com uma camisa preta, cujo o número era o oito. Camisa em homenagem ao Gerson: canhotinha de ouro. Se trago essa informação, é basicamente por conta do número mesmo.

Tendo o jogo terminado, seguimos por toda a extensão da leste inferior, saindo na norte. Esperávamos encontrar com o nosso amigo Wallace, mas isso foi algo que não ocorreu. Tiramos algumas fotos por lá, e acabei de lembrar de citar (também) Ednilton, com o qual eu havia falado antes do jogo começar, quando eu ainda estava do lado de fora do estádio. Seguimos para o point. Bebemos nosso tradicional gelo da vitória. Daqui a pouco vou trazer as fotos que tiramos no pós jogo. Saudações alvinegras.

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