terça-feira, 20 de agosto de 2024

Botafogo 4 x 1 Flamengo (18/08)


A trama do primeiro gol começa (se não me falha a memória) começa com um passe de Gregore para Marlon Freitas, que tocou para Luiz Henrique que devolveu para Marlon Freitas. Igor Jesus pediu. Masrlon Freitas tocou para Cuiabano que devolve para Marlon Freitas que cruza para Mateo Ponte (de cabeça) abrir o placar: Botafogo 1 x 0 Flamengo. Aqui valeu a força do coletivo: a bola passou pelos pés de seis jogadores alvinegros, tendo fundamental participação de Marlon Freitas; Igor Jesus (que deixaria seu gol no segundo tempo), Cuiabano (bem posicionado) e Mateo Ponte que vem evoluindo a cada jogo que passa: não podemos nos dar ao luxo de ficarmos sem esse jogador. É necessário que o Botafogo contrate alguém tão bom quanto ele. 


O gol saiu na marca dos 2'. Na marca dos 7' Alexander Barboza domina, avança e toca para Cuiabano. De Cuiabano para Savarino que toca para Marlon Freitas que arrisca assustando o goleiro do Flamengo. Aos 20' é a vez de Gregore tentar, mas sem sucesso.


O Botafogo dá uma cochilada no meio de campo, Bruno Henrique sai em velocidade, o jogador do Botafogo não consegue dar combate, John sai para tentar fazer a defesa, mas Bruno Henrique encobre o goleiro alvinegro diminuindo o placar: Botafogo 1 x 1 Flamengo.


Se formos levar em consideração que no momento desse gol o torcedor alvinegro não sabia que venceríamos o jogo pelo placar de 4 x 1, Bruno Henrique (ao fazer o chororô), iria ser castigado. Afinal, quem iria "chorar" seria ele, mas isso é um assunto para o final da crônica.


Na marca dos 38' Mateo Ponte faz um cruzamento para Gregore que cruza para Igor Jesus após saída equivocada do goleiro do Flamengo: seria gol de Igor Jesus, mas foi marcado impedimento: seria o gol da virada do Botafogo ainda no primeiro tempo.


Antes disso o Flamengo tentava se impor, mas o Botafogo os anulava, tendo o controle do jogo. Aos 46' Ayrton Lucas manda um balaço; John voa, mas a bola balança a rede pelo lado de fora assustando o torcedor alvinegro.


No momento seguinte o Flamengo seguiu pressionando com Carlinhos que desperdiça oportunidade. O Botafogo começa o segundo tempo mostrando que manteria o ritmo e que viria disposto a vencer o jogo. Na marca dos 6' pela esquerda, Thiago Almada avança, entra na grande área, chuta, mas Rossi defende. No rebote, Igor Jesus (depois de bate-rebate) aproveita e manda par ao fundo da rede: Botafogo 2 x 1 Flamengo.


Vamos começar a fazer uma conta meio doida aqui: esse gol do Igor Jesus poderia ter sido o terceiro, caso o anterior não estivesse impedido.


Aos 11' David Luiz em cobrança de falta tenta igualar o placar, mas John defende. Aos 12' Thiago Almada arriscou para a defesa de Rossi. Aos 14' David Luiz em cobrança de falta tenta igualar o placar, mas John defende. E só dá Botafogo: aos 16' Luiz Henrique sofre um pênalti. Thiago Almada cobra, Mas Rossi defende.


Lembra da conta que comecei a fazer alguns instantes atrás? Pois é. Se o pênalti tivesse sido convertido, estaríamos 4 x 1 (ainda contando com aquele gol de Igor Jesus que foi marcado impedimento). Quando falei isso com meu pai sobre o pênalti perdido, meu pai disse o seguinte: "Não pode perder esses gols: matava o jogo." Logo em seguida ele disse: "Esse jogo vai terminar 3 x 1."


Aos 29' saiu Thiago Almada para a entrada de Matheus Martins. Aos 39' Allan toca para Tchê² que (tive a impressão de ter tocado para Savarino) que cruza para Matheus Martins ampliar: Botafogo 3 x 1 Flamengo (poderia ter sido o quinto), de qualquer forma, meu pai estava acertando o placar.


Aos 45' o Flamengo tenta diminuir. Allan faz um lançamento, Matheus Martins recebe, avança em velocidade, sai da marcação de David Luiz e chuta para estufar a rede: Botafogo 4 x 1 Flamengo (poderia ter sido o sexto). Segundo um amigo alvinegro (Denner) em publicação no em seu storie (Instagram) e também segundo alguns outros amigos em suas publicações, cabia mais. Por exemplo: o Botafogo perdeu uns três gols com a bola rolando: poderia ter sido 9 x 1! Por isso fiz essa conta maluca acima (que só foi possível), pois estou escrevendo esta crônica no pós-jogo, contudo, tenho consciência que o gol impedido não conta. Só fiz essa brincadeira para contextualizar (sintetizar) com que os amigos disseram. Quanto ao Bruno Henrique: ele se antecipou ao achar que sairíamos "chorando" no fim do jogo: quem rir por ultimo, rir melhor.


É como diz um amigo meu: "Um jogo só acaba quando termina." Agora é virarmos a chave, e jogar com a mesma seriedade que jogamos ontem contra o Flamengo na quarta-feira no Allianz Park.


Saudações Alvinegras

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