Para você entender como fui a este jogo, vou voltar à semana do dia 12/06 e de bônus vou trazer alguns comentários daquele jogo entre Grêmio 1 x 2 Botafogo (de forma superficial), uma vez que na ocasião não escrevi sobre.
No dia 12/06 foi aniversário do Lucas. Lucas que é filho do outro adm (Lennon): foi a partir de uma ideia dele que este canal teve início. no dia 15, houve a comemoração do aniversário do garoto , e eu fui convidado: uma comemoração bem família mesmo.
No dia 15, foi aniversário da Suelen. A comemoração seria no dia seguinte (domingo). É claro que eu fiquei por lá: eu só iria voltar para a minha casa na manhã de segunda-feira. alguns dos presentes que o Lucas ganhou foi um par de raquetes de badminton, arco e flecha e o jogo de cartas "Uno."
No domingo, Suelen iria receber alguns amigos para comemorar seu aniversário. Lucas insistiu comigo para brincarmos com as raquetes: inviável por não haver espaço; arco e flecha podia acertar alguém e jogar "Uno" era uma brincadeira demorada.
Me neguei (não de forma proposital),a participar das brincadeiras. Porém, percebi que o Lucas (que é uma criança), ficou magoado e triste. Acabou que ficou no celular. Enfim, a comemoração continuava. O Flamengo (que jogava naquela tarde), empatou com o Athlético-PR.
Um dos amigos do Lennon e Suelen (Juan) queria assistir ao jogo do Flamengo: Lennon vetou tal possibilidade. Suelen sugeriu ao Lennon que pegasse uma das televisões da casa e colocasse no quintal, em cima do carro para assistirmos a Grêmio x Botafogo. A ideia foi aceita. Obvio.
Nesse momento já haviam se juntado a nós Ednilton Cunha Navarro, Luiz Soares e Lucas (este último, filho do Luiz). Não lembro qual deles ajudou Lennon a trazer a televisão para o quintal. Os três que citei acima são amigos comum a mim, Suelen e Lennon. O jogo começou e os gols foram saindo.
A comemoração do aniversário acabou se misturando à comemoração da vitória do Botafogo. As crianças se divertiam (Lucas + sua irmã Maria Luiza). Entre os convidados havia flamenguistas e vascaínos: não identificamos tricolores. Ou seja: havia rivais "infiltrados."
Você pode imaginar a quantidade de secadores ligados: mas não deu certo. Filmamos, tiramos, fotos, cantamos tudo o que sabíamos das músicas do Botafogo. Tudo num clima cordial e familiar.
Na manhã de segunda-feira ao voltar para casa, fiquei pensando na quantidade de vezes que Lucas pediu para que eu lhe desse atenção e não pude dar. falei com Lennon que voltaria para jogar "Uno" com o menino e a menina, porém pedi para que não falasse nada: chegaria de surpresa.
Pois é, o dia chegou: foi no último domingo. Fui até a casa de Lennon e Suelen para passar o dia com eles, e voltar pela segunda-feira de manhã. Eu ia assistir o jogo de lá, e escrever uma crônica (de certa forma), diferente. Porém, nós acabaríamos por ir ao jogo.
Parte 2
Se eu demoro mais um pouco para sair de casa, eu teria perdido aquele ônibus, e condução domingo é uma merda. O Moovit cantou a pedra, e eu cheguei com antecedência ao ponto: o ônibus passou no horário certinho.
Ao cruzar o viaduto de Magalhães Bastos, saltei no primeiro ponto antes do ônibus seguir pela Vila Militar. Foi saltar deste para embarcar no seguinte, que veio rápido e parando em tudo que foi ponto: mas tudo bem, não estava com pressa.
Saltei na estação da Penha Circular e fui andando até a casa dos meus amigos Lennon e Suelen: espero que você tenha lido toda a parte 1 para que possa entender esta parte 2. Tomamos café e seguimos conversando sobre os mais variados assuntos relacionados ao Esporte Espetacular.
Lá pelo fim da manhã, início da tarde, Lucas diz assim para mim: "Thiago, vamos jogar Uno?" Sim, este é o nome deste Adm que vos escreve. na mesma hora respondi: Vamos! Ele me venceu: mas não importa. Fiquei feliz por ter cumprido a promessa de jogar com ele. Logo chegou a tarde.
Suelen nos sugeriu almoçarmos fora, mas enquanto a decisão sobre este assunto não saía, ela sugeriu irmos assistir a Botafogo x Atlético-MG. Como ela é sócio glorioso, tem direito a um ingresso no qual consegue 60% de desconto no valor original, e foi assim que, despretensiosamente fui ao jogo.
Os fatos narrados acima, ocorreram ali por volta das 13h30. Esperamos que um casal de amigos nossos chegasse para que fôssemos almoçar: fomos andando, pois não era longe. Comida boa, simples e de qualidade. Voltamos para casa e descansamos um pouco.
No fim da tarde, saímos todos rumo ao Estádio Nilton Santos. Estacionamos o carro no Norte Shopping e fomos andando até o estádio, mas não sem antes pararmos no McDonalds. saímos dali rumo ao estádio onde já estavam Ednilton Cunha Navarro e Luiz Soares, e outros amigos comuns.
Atravessamos a rua e entramos pelo estacionamento: havia fila para entrar no nosso setor. Um funcionário passou informando que o sistema de biometria facial estava oscilando e que talvez tivéssemos que utilizar o QR Code.
De fato, quando nos aproximamos da catraca, havia dois torcedores furiosos, pois o sistema deu "ruim" com eles. Porém, quem estava à minha frente passou de boa, inclusive eu. Fomos tirar umas fotos personalizadas. Aliás, tiramos algumas fotos antes do início do jogo e no final.
Como de praxe, vi muitos conhecidos. um desses conhecidos (Juan Reis) passou por mim distraído; o outro (Ricardo Ferrari) também passou por mim em situação semelhante. Eu até podia ter chamado, mas isso acabaria por nos atrasar. Contudo, um desses amigos ao ter me visto, foi ao meu encontro cumprimentar-me: Thiago Ribeiro Guedes. Vamos de jogo!
Parte 3
Como ficou foda o jogo de luzes no Estádio Nilton Santos: ficou foda pra caralho. Mas isso foi no intervalo. A última vez que eu havia ido ao Nilton Santos, foi no segundo turno contra o Santos, ano passado. os telões eu estava vendo pela primeira vez.
Para você ter uma ideia, eu pensei que o jogo já estava 1 x 1 aos 4'. Isso porque aquele grande circulo branco, tinha no meio um traço que parecia um "I". Lennon não perdeu a oportunidade de me zoar dizendo que o quê eu estava vendo era um zero: puta que pariu!
Vamos começar a falar um pouco sobre o jogo: se na última crônica que escrevi, eu oscilei para comentar sobre a atuação do goleiro John (até porquê ele realmente oscilou), no jogo do último domingo, ele fez defesas seguras.
Damián Suárez se manteve seguro em sua posição assim como visto em outros jogos; achei Bastos um pouco apagado. Ao meu lado (pelo menos umas duas vezes), Lennon questionou a atuação de Cuiabano: autor do segundo gol do Botafogo aos 34' do segundo tempo.
Danilo Barbosa não estava muito seguro e foi substituído. Para Lennon, Marlon Freitas não deveria ter sido substituído. Luiz Henrique (autor do primeiro gol do Botafogo aos 13' do primeiro tempo) brincou com a zaga do Galo na entrada da grande área.
Não lembro quem começou a jogada pela lateral, mas julgo ter visto Tiquinho Soares participar do lance que originou no gol de Luiz Henrique. a torcida comemora, vibra, canta: "ai, ai, ai, ai, ai, ai, está chegando a hora, o dia já vem raiando meu bem, Tiquinho Soares é foda."
De fato, Tiquinho Soares fez um ótimo primeiro tempo, mas caiu de produção em determinado momento do jogo, junto com o time que ainda com 1 x 0 no placar, meio que abdicou de jogar começando a deixar alguns espaços para o time mineiro. Eduardo também fez um bom primeiro tempo.
Ainda falando sobre Eduardo, tal como Tiquinho Soares, sumiu no segundo tempo, e foi substituído. Junior Santos não agradou a alguns torcedores (poucos, é verdade), quando deixou de tocar a bola para um colega que tinha mais chances de fazer o gol. Ouvi alguns torcedores comentando que depois que o jogador teve a renovação do contrato, voltou a ser o "bagre" de antes.
Aliás, o placar poderia ter sido maior se o Botafogo não tivesse perdido tantos gols. Ainda no primeiro tempo, Igor Rabello comete falta em Luiz Henrique (aos 24'), e é expulso, pois Luiz Henrique era o último homem com possibilidade de ampliar o placar.
A torcida então gritou: "Ahh, Igor Rabello." Fim do primeiro tempo. Fui ao encontro dos meus amigos: Rosilma, José Luis e Camila. Conversamos por uns cinco minutos. Voltei para o meu lugar e me reuni novamente a Lennon, Suelen e as crianças.
Parte 4
Aos 12' do segundo tempo, sai Danilo Barbosa para a entrada de Tchê². O Botafogo não voltou para o segundo tempo com a mesma vontade do primeiro. O time do Galo começou a gostar do jogo.
Aos 26' Eduardo sai aplaudido pelo torcedor alvinegro para a entrada de Savarino. O Galo (que também começou a fazer substituições) via nos erros do Botafogo possibilidade de diminuir o prejuízo. A torcida começava a ficar impaciente, mas sem deixar de apoiar.
Foi também aos 26' que saiu Marlon Freitas para a entrada de Gregore. Aos 24' Cuiabano não desperdiça e amplia: Botafogo 2 x 0 Atlético-MG. Comemorei com o torcedor ao meu lado esquerdo e também com Lennon, que rindo disse (e eu acompanhei): "INCENDEIA A TORCIDA DO FOGÃO."
Após o gol de Cuiabano o Botafogo voltou para o jogo. Aos 38' saiu Luiz Henrique para a entrada de Óscar Romero: Luiz Henrique também saiu ovacionado pelo torcedor. Foi também aos 38' que saiu Tiquinho Soares aplaudido demais pelo torcedor, para a entrada de Kauê.
Aos 49', para delírio do torcedor alvinegro (com assistência de Gregore), na entrada da grande área, Savarino faz o que quer e amplia para o Botafogo: 3 x 0 dando números finais ao jogo. A torcida faz a festa, comemora. Esperamos que o número de torcedores diminuísse.
No caminho para a saída do estádio, um amigo o qual não via fazia um tempo (Pedro Akra), me cumprimentou. Já na rua, ainda conseguimos nos despedir de Ednilton, e voltar andando até o estacionamento do Norte Shopping. Aliás, quando chegamos lá, as luzes começavam a ser apagadas.
Ainda na rua, tentei entrar em contato com meu amigo Léo, mas só fui conseguir falar com ele pela manhã de segunda-feira. Graças a Deus a volta para casa foi tranquila. Ainda tentei escrever esta crônica na madrugada de segunda-feira, mas o cansaço falou mais alto.
Minha ideia era vir escrevendo a crônica no busão, na volta para casa, mas estava com pouca carga no celular: a cada instante vinha ideias diferentes de como conduzir esta crônica. Cheguei em casa e decidi que iria escrever do meio para o fim da tarde.
Mas mesmo com tantas ideias, não consegui transforma-las em realidade. Cheguei a pensar, cogitar em não escrever, mas havia dito que iria trazer esta crônica. Pode ser que um dia realmente ocorra da inspiração e criatividade me fugirem por completo, mas não foi desta vez.
Se você chegou até aqui, este canal agradece. Esperando (se Deus quiser), estarmos aqui no próximo jogo, se possível for.
Saudações alvinegras.
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