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| Eterno freguês Foto: Vítor Silva/ Botafogo O futebol não é uma ciência exata, mas os nossos jornalistas (que estudaram para tal), insistem em ser "cientistas", sem ter cursado a faculdade. Li ainda pouco que alguns desses jornalistas não apostaram na vitória do Botafogo, a maioria apostou na derrota. Mas o futebol não é uma ciência exata. O futebol é jogado dentro de campo e muita das vezes sem lógica (sim, tem a tal da lógica também). Pela lógica (e pelo nossos jornalistas "cientistas" de plantão), teria de ter ocorrido a vitória do Atlético - MG (dada como certa de forma antecipada), o Botafogo pode não ser (ainda) o time que nós torcedores queremos (e talvez isso ainda não ocorra este ano da forma como desejamos), mas se ainda não temos a técnica, a parte tática apurada, vamos na GARRA, na vontade, na determinação, no amor à camisa! Já é um começo promissor... Não tinha a intenção de assistir ao jogo (aliás, realmente não assisti), muito pelo fato de minha aula de Imagem Digital ter começado às 21h e com o início do jogo às 21h30 e a aula terminando às 22h como escrever uma crônica pela metade, sem saber como foi todo o primeiro jogo? Então, porquê estou aqui escrevendo estas linhas e, certamente você irá pensar: "vê lá quais serão as merdas que irá comentar sobre um jogo que você não viu"! Se você que está lendo gostar desta crônica, mesmo cansado (a menos que eu não durma - não pelo jogo estar chato ou ruim - mas sim pelo cansaço), quem sabe não faço uma mudança no que diz respeito a este assunto (já explico), se for necessário assisto ao fim do primeiro tempo e ainda assisto ao segundo e (se você concordar), se me for possível, escrevo sobre o final do primeiro tempo e, com a propriedade de quem terá 45 minutos inteiros mais acréscimos, escrever uma crônica coerente sobre a partida. Mas depende de você para que eu faça isso...sempre disso para meus amigos que não há jogo do Botafogo que, se eu estiver cansado do trabalho (no momento estou desempregado e a procura de um estágio) ou das aulas da faculdade, vou dormir sem remorço nenhum, mas talvez seja o momento de mudar isso...vou tentar lhes mostrar que posso! Como informei em parágrafo anterior minha aula de Imagem Digital começou às 21h com os torcedores do Flamengo (porra, cronista! Você vai falar do Flamengo?), no bar (que fica praticamente ao lado da minha casa), já dando como certa a derrota deles para o Grêmio. Porém, eis que saiu o gol do empate e houve comemoração (Efusiva) de um ou dois torcedores, sendo que a maioria não estava satisfeita com o resultado. O zum - zum continuou no bar. Era de se esperar que eles fossem ficar para "secar" o Botafogo. Entendeu agora porquê estou citando o Flamengo neste parágrafo? A aula se aproximava dos 30 minutos finais; Desses 30 minutos, com a televisão do bar a meio volume (por assim dizer), tive a impressão de ter ouvido gol umas duas vezes em um curto período de tempo. pensei que o Botafogo pudesse ter aberto em curto período de tempo dois gols de vantagem sobre o Galo; pensei que pudesse ter sido ao contrário; ou que pudesse ser um gol para cada lado. Estava assistindo a aula, o que fazer? o celular estava distante de mim; o controle da televisão também! Eu poderia largar a aula por alguns instantes e pegar um dos dois. peguei os dois. Mas com a consciência intranquila ouvindo a voz do meu pai dizendo: "primeiro a obrigação, depois a diversão" (é o coroa que paga atualmente a mensalidade da faculdade). Primeiro peguei o celular, mas demorou a aparecer o resultado (como estava em aula), desliguei o aparelho e voltei para a mesma; não demorou muito peguei o controle da televisão contando que meu pai (que estava no quarto ao lado), não percebesse. Vi o resultado: 0 x 0. Desliguei a televisão (a qual havia diminuído o volume), para ouvir o barulho da descarga no banheiro! Puta merda, meu pai havia acordado...Mas ele não disse nada! Quanto ao bar, por volta das 21h45 encerrou suas atividades. Você devia estar esperando esse momento! Mas que cara chato: escreveu isso tudo e ao mesmo tempo não falou nada! Se ele não viu o jogo como diz, por quê ainda estou lendo esta crônica? Talvez a curiosidade o tenha permitido ler até aqui e, creio que até certo ponto, porque você tenha confiado que sairá algo de bom desta crônica! Para você que chegou até aqui, faço - lhe a seguinte pergunta: O que você acha do nosso treinador: Paulo Autuori? Meu vizinho da rua de trás, diz que Paulo Autuori é um "chato". Mas meu vizinho diz isso devido ao fato das opiniões extra - campo de nosso treinador. Muitos amigos pelas redes sociais (na falta de um treinador melhor e qualificado no cenário atual), não concordando com o momento do time e os resultados, começaram os burburinhos de que devíamos mandar nosso treinador embora e trazer o Jair Ventura, fazendo com que Paulo Autuori assuma o departamento de futebol. Depois do jogo de ontem, nosso treinador ganhou crédito com você? Você já acha que ele não esteja ultrapassado para os dias atuais? Esse crédito irá até o jogo contra o Flamengo? Se perdermos (argumento hipotético), jogando bem, ele fica? Ou se vencermos (jogando mal), ainda assim você continuaria a apoiá - lo? E, se for empate (seja jogando bem ou mal), qual seria sua opinião? Acho que será nesse parágrafo que você irá se convencer que posso escrever sobre os jogos do Botafogo assistindo aos minutos finais do primeiro tempo e, depois a todo o segundo (e olha que não assisti a todo o segundo tempo). Vejamos: assim que liguei a televisão, vi uma defesa de Gatito e até o final do primeiro tempo, pude perceber que ele (ao meu ver), seria o nome do jogo! Estava fazendo defesas seguras e tranquilas. Tranquilas no sentido de que os defensores poderiam contar com ele. Vi um Botafogo aguerrido, jogando de igual para igual com o líder do campeonato brasileiro! Tendo sido encerrado o primeiro tempo, desliguei a televisão e fui dormir. A aula virtual ainda não tinha acabado e devia ser umas 21h55 quando ouvi do outro lado da rua minha tia gritar: "Uhuuu". Gol do Botafogo! Gol este que não vi, mas que sei que foi do Luiz Fernando. Eis que então vem aquela situação: em detrimento de um ou outro jogador que não vinha bem jogando naquela posição, aquele torcedor que criticava o Luiz Fernando ontem, o ovacionou ontem. Criticar acho normal (já comentei sobre isso algumas vezes por aqui), perseguir o jogador é algo completamente diferente. Mas deixo a seguinte pergunta: será um novo para o Luiz Fernando que oscila de um jogo para o outro? Espero sinceramente que ele engrene. Matheus Babi está caindo no gosto do torcedor alvinegro: jogador rápido e versátil, é também oportunista! Sabe, existe algo chamado ansiedade e se falo como falo do "Babi" é porque havia ligado a televisão e acompanhei toda a trama daquele que seria o segundo gol do Botafogo, gol de Bruno Nazário! Aliás, Antes do jogo de ontem li alguns torcedores (ou teria sido algum jornalista?), dizendo que por onde Bruno Nazário passou, viveu de lampejos. Para fechar a narrativa sobre o Matheus Babi, na entrada da grande área, ele matou no peito (dominou), e deu o passe para Bruno Nazário fazer o gol. Só fato de eu ter dito que "Babi" matou no peito e dominou, era para eu nem questionar se o gol (por meio do VAR) deveria ter sido invalidado. Mas confesso que (em forma de flashback), estou vendo o lance passar diante de mim, e a dúvida persiste...Li ainda pouco uma amiga minha dizendo que o VAR (com o Botafogo jogando em casa), "fodeu" com o time. Será que as especulações envolvendo o nome de Pedro Raul com sua possível ida para o Internacional de Porto Alegre afetaram a cabeça do menino? Seu desempenho? O acho imprescindível ao time do Botafogo! Será que ele quer ir? Será que vai ficar? Li nas redes sociais alguns amigos meus dizendo que ele perdeu um gol feito! Ontem deu gosto de ver Caio Alexandre jogar! Jogou bem, foi coroado com um gol no final do jogo, mas (também) acima de tudo, por conta da alegria dele e dos seus companheiros após o tento! Costumo dizer que é essa alegria, vontade, determinação, GARRA e humildade, diante de tantos problemas e limitações no time e no clube que me faz ser torcedor alvinegro! Na hora do gol (gritei baixo), meu pai estava no quarto ao lado: está lá porra! puta que pariu! caralho! Deixa eu tentar fechar esta crônica neste parágrafo: Vi que Rafael Forster (que eu já sabia que iria jogar), se movimentou bastante fazendo o que lhe foi proposto; Guilherme Santos e Rhuan correram bastante, mostrando disposição (baseio esta opinião nos 15 minutos finais do segundo tempo); Fernando deve ter jogado bem, pois ninguém falou mal. Saudações Alvinegras! É BOTAFOGO PORRA! É BOTAFOGO PORRA! |

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