sábado, 31 de janeiro de 2015

Os bastidores de uma partida de futebol - a primeira do ano

Recomeço (Foto: Thiago de Castro BFR)

Gilson e eu havíamos combinado de estarmos no ponto de ônibus na esquina da rua onde moramos às 14:45 e dali iríamos para um ponto da Av.Brasil. Mas as coisas não iriam sair como planejamos, pelo contrário: sairia muito melhor do que imaginamos: fomos de carona em um automóvel confortável com ar condicionado!

A viagem seguiu sem grandes transtornos: fomos conversando e rindo com o vizinho que, indo trabalhar e iria fazer o mesmo trajeto que nós, nos ofereceu uma carona; estávamos bem - humorados e demos boas gargalhadas: e isso foi bom pois eu estava ansioso demais!

Ficamos em um posto de gasolina na Av.Brasil, próximo a Linha Vermelha e entramos na R.Bela, seguimos em frente e dobramos a direita na R.Ricardo Machado; seguimos em frente e viramos na primeira direita e já íamos seguir em frente quando fomos orientados a ir para o outro lado voltando pela Ricardo Machado; sendo assim, viramos à esquerda e chegamos na R. Gen, Almério Moura: esta é a rua onde se encontra a sede social do Clube de Regatas Vasco da Gama (reparou: não chamei de "chiqueirão").

Gilson e eu entramos em uma fila de sócios torcedores para retirarmos nossos ingressos e de longe reconheci um amigo de um dos grupos dos quais faço parte: Willy Lopes; conforme a fila avançava, olhei para o outro lado da rua e vi Jorge e seu filho Alvaro sentados bebendo água: Gilson disse que iríamos lá cumprimentá - los: são nossos amigos de longa data, lá do Maracanã!

Gilson, Alvaro e seu pai entraram na frente enquanto fui cumprimentar Willy; no caminho de volta, reconheci Senna Tomaz (um amigo que cumprimentei pela primeira vez) e decidi que era hora de entrar no estádio; no caminho reencontrei minha amiga de General Severiano (Festa Junina do ano passado) Rosilma; lhe disse que se eu tivesse oportunidade lhe cumprimentaria quando ela estivesse lá dentro do estádio e caso eu a encontrasse, mas isso não aconteceu.

Ao entrar no estádio, já próximo do gramado um pai pediu - me para que tirasse uma foto sua com seu filho ( no que eu atendi prontamente); tenho alguns amigos espalhados pelas as torcidas organizadas do Botafogo e hoje conheci Gabriel Oliveira e Yuri Sousa, além de cumprimentar o já conhecido Gabriel Martins. Só não saberia precisar se foi necessariamente nessa ordem.

Desci as arquibancadas e reconheci o já mito Delneri Martins e fui cumprimentá - lo; subi as arquibancadas em direção onde estavam Gilson, Alvaro e seu pai; foi difícil me concentrar no sub - 20 estadual do Botafogo (Botafogo 1 x 0 Boavista, também Campeonato Carioca); com a vitória, poucos minutos depois eu tiraria uma foto onde eu diria que tal vitória era um bom sinal, sinal de que o time principal iria vencer!

Antes da bola rolar, perguntei (via Whatsapp) se meu amigo Vinicius Santana já estava no estádio e ele disse que sim pedindo que eu me levantasse; conversamos um pouco e tiramos uma fotografia: tanto Vinicius quanto William são meus amigos do Engenhão desde 10 de Outubro de 2012; de onde eu estava, vi quando Bruno Ferraz chegou e também quando Carlos Arcanjo passou.

Nossa torcida é única; nossa torcida é chata, mas também sabe ser bem - humorada nos levando (mesmo no meio de um jogo tenso - o primeiro da temporada) nos fazer rir; em um dos lances que deu errado, um dos torcedores chamou o técnico René Simões de "Super Mário" (personagem "bigodudo" do antigo video game Super Nintendo e posteriormente Nintendo 64).

Chegou a hora do intervalo do jogo; antes de chegar a lanchonete tive a oportunidade de ver outro amigo do Maracanã: Ricardo e (voltando no tempo um pouco) vi também quando (antes do jogo começar) meu amigo Pedro chegara; os salgados iriam acabar rápido; o atendimento péssimo, até por que a quantidade de funcionários era inferior para a demanda de torcedores; os banheiros mal cuidados...fiquei tão puto que decidi de lanchar, indo beber um refrigerante somente com o segundo tempo já em andamento e tempos depois comer um biscoito "Globo" (cortesia do Gilson).

Como eu imaginei começou a chover forte em São Januário e Gilson e eu fomos nos abrigar abaixo da cobertura em outra parte do estádio e acabamos por ficar perto da R.P.A (Resistência Popular Alvinegra) e também da TJB (Torcida Jovem Botafogo) e com isso ficamos perto de Lennon (nosso amigo de longa data): meu e do Gilson também!

Antes do término do jogo reconheci Osmar e seu filho Lucas, mas infelizmente não consegui cumprimentá - lo; quando o jogo se encaminhava para um chato 0 x 0 (empate que não seria merecedor pelo o que o Botafogo jogou) saiu o gol e a torcida vibrou bastante!

Fim de jogo. Voltamos para a rua virando logo a direita e depois a direita de novo pela R. Ricardo Machado (iríamos segui - la direto até à Av. Brasil); parei e bebi um latão de cerveja (deixa eu festejar que eu mereço!) e gritei algumas vezes: FOGOOOO! Mas faltou o meu já tão conhecido e famigerado: É BOTAFOGO PORRA!

Ah, sim! Foi algo maneiro de se ver: a TJB e a R.P.A saíram correndo na direção da Loucos (passando antes pela Fogoró) o que fez muitos pensar que era um principio de confusão, mas não era: tais torcidas saíram correndo e se juntaram as outras em um gesto de união! Bacana...muito maneiro!

Embarcamos no 397 (Campo Grande - Candelária) e voltamos para casa; acessei a internet e vi a foto do meu amigo Ricardo Felipe (também havia combinado de trocar uma ou duas ideias com ele, mas houve um desencontro), pela foto que ele tirou, ele estava próximo a mim: ele pediu desculpas e perguntou - me se iria ao Engenhão (pode ser Niltão também) e eu respondi que provavelmente iria; eufórico com a vitória cheguei em frente ao portão da casa da minha tia e gritei: FOGOOO! Minha prima disse que não havia ninguém com esse nome na casa...rsrs

Enfim, cá estou eu escrevendo esta crônica, mas se você quer saber sobre minhas impressões sobre o jogo, terá de esperar a próxima crônica.

Saudações Alvinegras.

Nenhum comentário:

Postar um comentário